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O Chanel usado atrás das orelhas para usar joias punk O Chanel usado atrás das orelhas para usar joias punk

O Chanel usado atrás das orelhas para usar joia...

Nestes últimos tempos, tem-se visto joias XXL, entre as quais argolas. De influência chique, casual ou punk, são hoje incontornáveis. O exemplo típico de uma tendência que conseguiu passar dos...

Nestes últimos tempos, tem-se visto joias XXL, entre as quais argolas. De influência chique, casual ou punk, são hoje incontornáveis. O exemplo típico de uma tendência que conseguiu passar dos desfiles de moda para a praça pública! E se optasse por um Chanel para dar realce às suas joias punk? O nosso enfoque vai para esta tendência. A tendência. A argola punk XXL, batizada “ear cuff” e usada no lóbulo da orelha tem-se visto em todas as cabecinhas estilosas. Se as mulheres adeptas da tendência punk saberão sublimar as suas silhuetas, já outras poderão adaptar esta influência a um estilo mais sofisticado. Para desdramatizar uma indumentária bastante elegante, não há nada como um toque de punk! A quem se destina? A todas as que queiram um detalhe ‘choque’ nos respetivos visuais.  Nada melhor do que um total-look preto para sublimar uma joia brilhante e prateada. Aliás, não hesite em colocar delicadamente os seus cabelos atrás da orelha para dar realce ao adereço. As mulheres que usarem um Chanel posicionado para trás com gel têm o perfil perfeito para aliar sofisticação e influência rock. Como adotar o ear cuff punk? Não tem um corte Chanel? Importa principalmente colocar o cabelo atrás da orelha. Caso contrário, a joia não tem qualquer interesse. Idealmente, adote um corte Chanel com uma risca ao lado. Disponha-o do lado oposto atrás da orelha e coloque aí a argola, ao nível do lóbulo. Um penteado liso é bem mais adequado do que uma cabeleira cacheada. Só assim as atenções não se viram unicamente para o adereço brilhante. O seu penteado quer-se com um aspeto ‘sleek’, conferido pelo Shine Spray aplicado na totalidade da cabeleira. Inspire-se totalmente no desfile Dries Van Noten (cf. Ilustração acima). © Getty Images © Jean Louis David

Léxico para compreender a linguagem do seu cabeleireiro: os cortes

Léxico para compreender a linguagem do seu cabe...

Nos salões Jean Louis David, para evitar ambiguidades, os cabeleireiros recorrem bastante às ilustrações. Deste modo, poderá expressar-se concretamente quanto àquilo que pretende ao fornecer indicações claras ao seu cabeleireiro....

Nos salões Jean Louis David, para evitar ambiguidades, os cabeleireiros recorrem bastante às ilustrações. Deste modo, poderá expressar-se concretamente quanto àquilo que pretende ao fornecer indicações claras ao seu cabeleireiro. Este, por sua vez, saberá que técnica privilegiar para ir ao encontro das suas necessidades. Mas isso não a impede de conhecer os termos básicos! Corte curto: as orelhas e a nuca ficam descobertas. Apesar de não requerer mais cuidados do que qualquer outro, este corte obriga a dar uma saltada ao cabeleireiro de 6 em 6 semanas, quando muito, de 2 em 2 meses. Até porque, para crescerem saudáveis, os cabelos curtos exigem um bom corte de base! Corte Chanel: este básico nunca fora de moda, adequado a qualquer faixa etária, costuma assentar ao nível do queixo, por vezes um pouco abaixo, mas nunca passa dos ombros. Faz parte dos cortes curtos e permite criar uma panóplia de versões. O corte Chanel (“bob” ou simplesmente “corte direito” para algumas) pode ser farto, repicado, liso, ondulado… Corte médio: os cabelos dão pelos ombros. À semelhança do corte Chanel, também se pode apresentar em diferentes formas. Tudo depende da natureza do seu cabelo e do estilo que queira evidenciar. No caso deste corte, redobre os cuidados no que diz respeito às pontas. Isto porque, ao fazerem fricção com os ombros, é nessa precisa altura que começam a espigar. Por isso, lembre-se de as hidratar e de as aparar com frequência. Corte escalado: fala-se de corte escalado a partir do momento em que deixa de ser cheio, isto é, ao ser-lhe retirada matéria no interior do cabelo. Permite dar forma à cabeleira e volume em geral. Quanto ao estilo, depende do tipo de escalado pelo qual queira optar. Corte desfiado (ou repicado): neste caso, o objetivo é afinar a matéria. Por exemplo, se uma cliente desejar ter pontas mais finas, a solução será desfiá-las. Mas isso não indica, ainda assim, a quantidade de matéria a retirar. Recorre-se frequentemente a esta técnica quando se trata de dar volume aos cabelos. Em contrapartida, evita-se desfiar (a menos que seja só mesmo um pouco) cabelos que sejam finos, pois enfraquece a matéria. Corte cheio: significa, pura e simplesmente, que todos os lados do seu penteado são iguais. Se não for cheio, trata-se, então, de um corte necessariamente escalado. Um corte cheio cria uma ilusão de densidade, mas convém que o cabelo seja suficientemente “leve” para evitar aquele aspeto de cabeleira pesada e sem vida. Franja e repas: ao contrário do que se julga, neste contexto, não há qualquer diferença entre estes dois termos. Pode-se falar de franja comprida ou assimétrica, mas também se pode usar o termo “repas” (no plural). Ler mais +

Escolha um corte direito adequado para si

Escolha um corte direito adequado para si

O corte direito é uma forma essencial no universo dos cabelos, mas existe uma panóplia de variantes para o adaptar em função das preferências e do estilo de cada pessoa....

O corte direito é uma forma essencial no universo dos cabelos, mas existe uma panóplia de variantes para o adaptar em função das preferências e do estilo de cada pessoa. O nosso especialista capilar deixa-lhe aqui umas deixas para que não lhe restem mais dúvidas sobre este corte intemporal e sem igual. “Seria redutor afirmar que o corte direito X corresponde ao estilo Y embora – a verdade seja dita – alguns deles tenham sido marcados por ícones do cinema, principalmente. É meramente ilustrativo, pois permite-nos associar imagens a determinados cortes, como acontece com o Chanel com ondas marcadas de Marilyn Monroe, a versão bastante gráfica de Louise Brooks ou ainda o recto pela altura dos ombros de Cleópatra, por exemplo. Nunca ninguém viu realmente este, mas não há quem não o saiba representar.” É a forma que se arranjou para que o cabeleireiro e a cliente se pudessem entender, evitando recorrer a termos técnicos complexos e obscuros. Aquilo que interessa saber é que, nesta área, existem dois tipos de corte: os direitos e os escalados. Não existem meios-termos. O corte direito é uma forma geométrica estruturada cujos lados são todos iguais (base recta, ângulo 0º). Desviando-se desta regra, o corte é automaticamente considerado escalado. “A grande tendência do ano é o Chanel pela altura do queixo. Esta versão privilegia o volume com as suas pontas muito ligeiramente repicadas e a nuca bem curta, promovendo assim ao máximo a matéria capilar e dando personalidade ao corte ou à pessoa que o usar.” Quanto ao resto, cabe-lhe a si ver aquilo que mais lhe agrada e que lhe poderá ficar bem apesar de haver alguns preconceitos relativamente a este corte. “Achar que os rostos redondos não devem usar um corte direito é um mito. Basta adaptá-lo, jogando nomeadamente com o comprimento.” Não se esqueça, no entanto, de alguns pormenores. “Saiba, por exemplo, que o Chanel assimétrico (mais curto atrás, com pontas compridas à frente) tende a alongar o rosto, ao passo que o Chanel ligeiramente devastado nas pontas irá conferir volume e dar uma forma mais arredondada (tipo corte “tigela”). A cereja em cima do bolo para os cabelos finos, nomeadamente!” A nossa dica: Para conferir dimensão ao seu corte direito e dar-lhe um toque ainda mais personalizado, opte por uma franja. Mais uma vez, poderá jogar em função da versão elegida do corte direito. Ler mais +